Problemas na última semana colocaram em risco a segurança de pacientes.
Reforma começou em março de 2014, e deve terminar no 2º semestre.
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) decidiu manter a interdição da Maternidade Escola Santa Mônica até a conclusão total das obras de reforma e ampliação da unidade. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (23).
A decisão, de acordo com a assessoria da Sesau, foi motivada pelos problemas apresentados no dia 18, por causa das chuvas, e no dia seguinte pelo não funcionamento de um gerador de energia.
Na última quinta-feira (19) a maternidade foi interditada, e os recém-nascidos internados foram transferidos de emergência para hospitais na capital. Os equipamentos e técnicos que trabalham na maternidade também foram distribuídos entre as unidades.
O Hospital Geral do Estado (HGE) abriu 20 leitos de UTI Neonatal e outros quatro para mães acompanhantes. No Hospital do Açúcar, foram disponibilizadas duas salas de cirurgia, 16 leitos de enfermaria, que dentro de 40 dias passarão a 30, dois leitos de UTI materna e espaços para triagem pré-parto e parto.
Sobre a continuidade da reforma na Santa Mônica, a assessoria da Sesau informou que até junho de 2015 estarão concluídos os projetos de climatização das UTIs Neonatal e materna, da UCI e Centro Cirúrgico. Até setembro, toda a obra deve estar pronta para ser entregue.
A Secretaria também institutiu uma comissão para investigar responsabilidades nos problemas apresentados pela maternidade, liberada para funcionamento antes do fim da reforma. O Ministério Público Estadual (MP-AL) fica responsável por fiscalizar o cumprimento dos prazos.
Riscos aos pacientes
A maternidade, que pertence à Uncisal, é referência estadual para o atendimento a gestantes e recém-nascidos de alto risco, mas vem enfrentando diversos problemas desde que iniciou uma reforma para ampliação por causa dos seguidos casos de superlotação.
A maternidade, que pertence à Uncisal, é referência estadual para o atendimento a gestantes e recém-nascidos de alto risco, mas vem enfrentando diversos problemas desde que iniciou uma reforma para ampliação por causa dos seguidos casos de superlotação.
O reitor em exercício da Universidade Estadual de Ciências da Saúde em Alagoas (Uncisal), Paulo José Medeiros, classificou a situação na maternidade como extremamente grave e disse que os bebês correram risco de morte.
No dia 2 de fevereiro, a unidade voltou a atender mesmo com a reforma em andamento e foi alvo de duras críticas do Conselho Regional de Medicina.
Após a queda de energia no dia 19, que segundo a Eletrobras foi motivada por uma colisão contra um poste por volta das 16h, o fornecimento foi normalizado em toda a extensão da Av. Comendador Leão, exceto na maternidade, que ficou sem energia até as 22h30, segundo a assessoria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
No dia 2 de fevereiro, a unidade voltou a atender mesmo com a reforma em andamento e foi alvo de duras críticas do Conselho Regional de Medicina.
Após a queda de energia no dia 19, que segundo a Eletrobras foi motivada por uma colisão contra um poste por volta das 16h, o fornecimento foi normalizado em toda a extensão da Av. Comendador Leão, exceto na maternidade, que ficou sem energia até as 22h30, segundo a assessoria da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Como não havia condições de atendimento, todos os pacientes internados na Santa Mônica foram transferidos. Dez bebês da UTI neonatal foram levados para o Hospital Geral do Estado (HGE), dois seguiram para um hospital particular, outros dois para o Hospital do Açúcar e um para a Maternidade Nossa Senhora de Fátima.
A maior parte foi transferida para o HGE. De acordo com o reitor da Uncisal, os bebês estão em uma ala montada especificamente para esta demanda.
A maior parte foi transferida para o HGE. De acordo com o reitor da Uncisal, os bebês estão em uma ala montada especificamente para esta demanda.
"Os bebês estão extremamente bem instalados, dentro do padrão. Até porque o espaço do HGE cedido era pronto pra se montar uma UCI [Unidade de Cuidados Intensivos], mas não foi montado antes porque não tinha pessoal. Então, levamos os nosso pessoal para lá", explica Medeiros.
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